Anko van der Werff chega para fazer parte da equipe da Avianca Holdings

  • Um novo CEO com ampla experiência no setor e um novo Conselho Administrativo fortalecem a estrutura de governança corporativa da Avianca Holdings.
  • Van der Werff tem mais de 19 anos de experiência no setor em companhias como a Air France-KLM, Qatar e Aeroméxico.
  • O novo CEO chegará no dia 15 de julho.

Bogotá, 17 de junho de 2019.  Anko van der Werff, nomeado pelo Conselho Administrativo da Avianca Holdings como o novo presidente da companhia é especialista no setor aéreo, com ampla experiência internacional e diretor em companhias como Qatar e Aeroméxico. Seu último cargo foi justamente no Grupo Aeroméxico, empresa na qual por 5 anos ocupou como vice-presidente executivo comercial. Também liderou processos importantes do setor na Qatar Airways e na Air France-KLM, uma das primeiras empresas de aviação comercial no mundo.

Diante da nomeação de Van der Werff como novo CEO da companhia, Roberto Kriete, Presidente da Conselho Administrativo da Avianca Holdings, disse: “Anko entra para fazer parte da nossa equipe para nos ajudar a liderar este momento desafiador do setor. Sua experiência em grandes companhias aéreas internacionais não só nos permitirá continuar o andamento para a nossa transformação, mas também nos dará a oportunidade de fortalecer a lealdade de nossos clientes, de estimular o compromisso de nossos funcionários e de fortalecer a competitividade da nossa companhia e a sua situação financeira”.

Por sua parte, Van der Werff diante de sua nomeação comentou: “É uma honra para mim ser parte deste voo com mais de 21 mil funcionários, que são heróis ao dedicar seu tempo a um setor tão desafiador e apaixonante. A Avianca é um símbolo na história da aviação mundial, uma empresa que conectou a América Latina com o mundo por 100 anos. Trabalharemos com agilidade para tornar a operação rentável, com passos firmes para dar maior confiança aos investidores e melhorarmos a nossa posição competitiva através de um serviço confiável, amável e com a frota mais jovem da região. Espero liderar esta grande empresa para os próximos 100 anos com uma equipe dedicada, apaixonada pelo serviço e levando os nossos passageiros a tempo e com segurança aos seus destinos finais”.

 

Anko van der Werff e sua trajetória:

Anko van der Werff conta com uma destacada trajetória global no setor. Seu último cargo foi na Aeroméxico onde atuou por cinco anos como vice-presidente executivo comercial liderando os processos de Estratégia Corporativa, Planejamento da Rede e Itinerários, Alianças, Pricing & Revenue Management, Vendas, Distribuição e também E-Commerce e Marketing.

Antes de entrar na Aeroméxico, foi vice-presidente sênior da Pricing & Revenue Management e da Global Sais & Distribution na Qatar Airways. Também liderou a Estratégia Comercial da Air France-KLM no Reino Unido e na Irlanda, bem como nos países nórdicos. Esteve vinculado à Northwest Airlines e à Air France no começo da sua carreira profissional.

Van der Werff é formado em direito da Universidade de Leiden, Países Baixos e é graduado pela Escola de Negócios da Universidade de Harvard, Estados Unidos. Fala inglês, holandês e espanhol fluentemente. Além de ter sido professor convidado por diferentes instituições universitárias internacionais como Cranfield, no Reino Unido, Bad Honnef, na Alemanha e Universidade do Texas A&M, no Catar.

Com a chegada de Anko van der Werff, o advogado Renato Covelo Frutos, quem assumiu a presidência como encarregado, volta para a sua posição como secretário geral e vice-presidente legal da Holding.

Sobre Avianca Holdings:

Avianca é a marca comercial que identifica as companhias aéreas de transporte de passageiros e de carga integradas na Holding. Com uma equipe humana integrado por mais de 21.000 funcionários, a Avianca serve de forma direta 76 destinos em 27 países da América e da Europa. No dia 22 de fevereiro de 2019, a Holding anunciou o seu plano de transformação, com o qual procura migrar de um modelo de crescimento acelerado para um de rentabilidade e competitividade, graças às ações como a venda de unidades de negócio não estratégicas, ajustes à rede de rotas que permitirão à companhia se focar em rotas de maior demanda e melhor rentabilidade, a renegociação de incorporação de frota com a Airbus, entre outros.