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Voos para Cidade da Guatemala

Guatemala

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Apaixone-se pela Cidade da Guatemala, onde bate o coração maia

Vista panorámica diurna de Tikal Suen

É uma cidade verde em um país verde. As árvores de suas ruas, o matilisado ou a jacaranda, estão protegidos em 95 quilômetros quadrados de áreas naturais. Se respira bem na Guatemala. Afinal, é a capital de um dos países mais megadiversos do mundo segundo a Convenção sobre Diversidade Biológica.

E ao erguer o olhar, o que se vê são vulcões.

Vista de Guatemala y sus colores en la plaza

Um pouco mais pra cima, o céu que os maias consultavam à noite. Porque aqui, o que se une é o legado espanhol (de uns poucos se foram levantando 96 igrejas católicas) com a civilização maia (neste país está o mais antigos de seus assentamentos, chamado Kaminaljuyú)


Ao sair da cidade aparecem vales, rios, lagos... E, claro, grandes vestígios arqueológicos.

Panorámica diurna de Río Dulce en Guatemala

Hoje, a Cidade da Guatemala, com uma área de 692 quilômetros quadrados e cerca de 4 milhões de habitantes, é a maior cidade da América Central.

Um lugar aonde o teatro, o cinema e a pintura chegam aos subúrbios. Em 2015 foi escolhida como a Capital Ibero-americana da Cultura por seu projeto 'Cultura no seu bairro'. E antes, em 2006, havia sido reconhecida pelo Instituto de Arquitetura Clássica e Arte de Nova York como uma cidade inovadora por seu plano urbanístico e por suas passagens para pedestres, praças e jardins.

Voos para Cidade da Guatemala

O recorrido verde da cidade

Na Guatemala, onde abundam as árvores, a capital tem aproximadamente 300 parques e 22 metros quadrados de áreas verdes por habitante, muito mais do que recomenda a Organização Mundial da Saúde (entre 10 e 15 metros quadrados). Não é à toa que seu nome vem do náhuatl ‘Quauhtlemallan’, que significa lugar onde abundam as árvores.

Ecoaventura 

Eco aventura en parque de Guatemala

Faz 20 anos este parque privado, na zona 11 da cidade, permite que os habitantes da capital vivam a natureza no coração urbano. Conta com 500 metros quadrados de florestas (onde você pode encontrar flores como orquídeas e crisântemos), um lago artificial para canoagem e paredes projetadas para escaladas.

Possui uma fazenda que permite aos visitantes observar o processo artesanal da coleta de ovos, criação de vacas, patos e cabras. Entre seus jardins, o café Blue Tree para comer a tradicional tortilla de maíz con carne de res ou beber smoothies de cajú e manga.

Zoológico La Aurora

Fotografía de una iguana en el zoológico de Guatemala

Seu encanto, além dos 900 animais, também é botânico. 16 quadras arborizadas fazem dele um dos maiores jardins da cidade.

Fundado em 1924, foi parte de um plano urbano com parques, museus e um hipódromo. Hoje é o único sobrevivente desse plano e um local de conservação de espécies como a ceiba (a árvore nacional da Guatemala).

Aqui se pode visitar a Casa del Té, uma construção do início do século XX inspirada na Renascença e cercada por nove esculturas em mármore que representam divindades da América, África, Ásia e Europa.

Ecoparque Jungla Urbana

Ruta verde en parue de Guatemala

A filosofia por trás dessa iniciativa é: "Vamos escrever uma nova Guatemala". A maneira de realizar este sonho é através da integração das áreas da cidade que estão em colinas chamadas ‘barrancos’ e que são 42% do território da capital.

Por isso, arquitetos como Hans Schwarz, Jorge Villatoro e Julián Castillo, juntamente com artistas e acadêmicos, criaram espaços públicos na zona 15 para o desfrute da comunidade, para percorrer caminhos verdes e se exercitar na natureza. Esta iniciativa foi premiada em 2017 no Bienale Spazio Público de Roma.

Jardín Botánico de la Universidad de San Carlos

Vista de arboles en el jardin botánico de Guatemala

Em seus 17.600 metros quadrados, cerca de 1.300 plantas fornecem ar para a Cidade da Guatemala. Desde sua fundação em 1922, este espaço, o primeiro do gênero na América Central, tem sido um santuário para a preservação da flora do país (considerado megadiverso).

Através de seus caminhos, dez mil visitantes observam, anualmente, árvores como o palo lagarto, o conacaste e as sapotáceas. Além disso, no passeio se pode ver uma curiosa escultura: "La Chata", batizada assim porque após o terremoto de 1918, perdeu o nariz.

Parque Ecológico Deportivo Cayalá

Vista diurna del  parque Cayala en Guatemala

Desde a sua fundação em 1995 como uma área verde protegida dentro da cidade, é um local para a observação de aves. Suas florestas são o habitat de 108 espécies de aves, entre as quais o cenzontle, a matraca e o saltador cabecinegro.

Seus 32 hectares são o refúgio de borboletas, esquilos, coelhos, doninhas e pequenos anfíbios e répteis. Além de proteger a fauna e flora, a missão deste lugar é também proteger as fontes de água que o atravessam, como o rio Contreras. Estando aqui você pode visitar o Museu Metropolitano de Aves, que ensina sobre espécies endêmicas e migratórias.

Rota dos museus

Museo Popol Vuh

Vista de figuras antiguas en museo Popol Vuh

No século XVIII, o frade espanhol Francisco Ximénez descobriu um texto maia escrito por volta de 1550 na língua quiché: o Popol Vuh (cuja tradução mais próxima é Libro del Consejo). Este museu, com seis mil peças arqueológicas, fundado em 1977, exibe a origem, a ascensão e a consolidação do povo maia.

Suas oito salas são dedicadas à cerâmica, pedra esculpida, obsidiana e alabastro que esta civilização aperfeiçoou durante 18 séculos. Aqui também está a maior coleção de urnas funerárias da Guatemala e a sala de arte colonial que exibe peças de imagens cristãs, pinturas barrocas e prataria.

Museo Ixchel del Traje Indígena

Fotografía vestimenta típica en Museo Ixchel en Guatemala

Dos aproximadamente 16 milhões de habitantes da Guatemala, entre 41% e 50% são indígenas. É por isso que este museu, fundado em 1973, quer preservar e pesquisar sua história através de seu vestuário.

Os 7.801 tecidos são organizados em ordem cronológica de 1532 até meados do século XX para entender como o contato com os europeus foi modificando seus desenhos, seus materiais e seus símbolos. Sua exposição permanente, doada principalmente por colecionadores particulares, tem trajes que representam 186 etnias.

Museo Arquidiocesano de Santiago de Guatemala

Fotografía de esculturas en el museo Arquideocesano en Guatemala

A maior parte da arte que exibida neste lugar é anônima. As mãos por trás dos detalhes da madeira, da prata, dos tecidos e da pintura trabalhavam com uma única missão: adoração. No entanto, entre as oitenta peças expostas (de um total de cerca de 200 coletadas e preservadas entre as Arquidioceses de Antigua e Guatemala), há nomes como o do frade dominicano Juan Chaves ou o artesão de ourives Miguel Guerra.

O museu, fundado em 2005, possui a maior coleção de arte eclesiástica dos séculos XVI, XVII e XVIII da cidade.

Zona Arqueológica Kaminaljuyu

Vista interna de Museo Kaminaljuyu  en Guatemala

Segundo o Instituto Geográfico Nacional, na Guatemala existem três vulcões ativos e outros 29 em repouso. E a obsidiana, justamente de origem magmática, foi um valioso mineral para os maias.

Esta zona arqueológica foi descoberta em 1936 e batizada de Kaminaljuyu: Colina del Muerto. Hoje, neste lugar, podem ser visitados os vestígios de suas pirâmides, a exposição de artefatos de obsidiana (armas, máscaras e objetos rituais) e a amostra de cerâmica artesanal, alabastro e jade.

Museo Nacional de Arte Moderno Carlos Mérida

Vista de arte en el museo de Carlos Merida en Guatemala

Construído em 1939, seu nome era Museu Nacional de História e Belas Artes, mas em 1990 o governo decidiu batizá-lo novamente para homenagear um dos artistas mais representativos do país: Carlos Mérida, que esteve lado a lado em Paris com Picasso e Diego Rivera, que desenvolveu a arte do muralismo e cujo trabalho pode ser visto no México e Guatemala (Unam e Centro Cívico).

A coleção permanente do museu, de cerca de 500 peças, cria uma viagem cronológica pela arte guatemalteca desde o ano 1900 e através de nomes como Agustín Iriarte, Carlos Valenti ou Roberto González Goyri. E, claro, Carlos Mérida, em cuja sala são exibidas aproximadamente 400 peças: fotografias, litografias e esculturas, entre outros.

Rota dos artesanos

Os artesãos guatemaltecos são herdeiros da cultura maia, da colônia espanhola e das influências do Caribe. Em 2017, a Guatemala exportou 80 milhões de toneladas de artesanato, o equivalente a 63 milhões de dólares. As esculturas multicoloridas, a bijuteria de pedras nativas e trajes típicos são procurados nos Estados Unidos e Europa. Esta é a rota pelos principais mercados para consegui-las:

Mercado de Artesanías La Aurora

Vista diurna del Mercado la Aurora en Guatemala

Sua proximidade com o aeroporto da cidade, com o Museu Nacional de Arte Moderna e com o zoológico, fez deste local uma parada popular. Há 44 anos, neste mercado, podem ser encontrados huipiles (trajes típicos indígenas), panelas e vasos de barro, tecidos de mostacillas, mantas e máscaras que representam os rituais maias.

Mercado de las flores

Vista de flores en el mercado de las Flores en Guatemala

Durante os 365 dias do ano, este mercado oferece seu colorido floral. Sua construção em 1971 foi parte do plano de modernização urbana. Em 185 postos de vendas se encontram rosas, girassóis, crisântemos, gladíolos e a monja blanca, um tipo de orquídea que é a flor nacional.

São 1.600 metros quadrados que se juntam ao Cemitério da Cidade da Guatemala, de onde é possível observar os arranjos fúnebres realizados pelos artesãos guatemaltecos.

Mercado Central de Guatemala

Vista de verduras en mercado central en Guatemala

Começou no dia 15 de fevereiro de 1871 com 60 lojas ao ar livre e hoje é um complexo de 9.334 metros quadrados e três andares.

No primeiro andar, dedicado aos artesanatos, existem 310 pontos com objetos como muñecas quitapenas (de pano, acredita-se que aliviam as angústias), mochilas feitas com tecidos tradicionais, sandálias, pulseiras e cestos de vime feitos à mão.

No segundo andar, especializado em gastronomia, se come um dos pratos mais típicos do país: o pepián, um ensopado de frango com molho de pimentas e sementes, que em 2007 foi considerado patrimônio cultural da nação.

Mercado Colón

Vista de muñecos en el Mercado Colon en Guatemala

400 lojas com produtos variados como trajes típicos, artesanato, frutas, verduras, calçados e comidas típicas.

A verdadeira atração deste lugar está em seu comércio de piñatas: em seus postos de vendas ao ar livre são compradas essas figuras de arame, papel, cola e tinta que representam super-heróis, mitos guatemaltecos, políticos, personagens de programas para crianças e animais, entre outros.

Voos para Cidade da Guatemala

Restaurantes

Flor de Lis

Vista interna de Restaurante Flor de Lis en Guatemala

Especialidade: Cozinha guatemalteca de autor

Diego Telles, o chef, viajou para a Espanha e Dinamarca para se formar. Faz 16 anos que ele assina em cada prato uma pequena história ou uma viagem. Essa é a filosofia da Flor de Lis, que em cinco anos se posicionou como um lugar da culinária do autor. "Nós recriamos com a nossa comida o Popol Vuh, livro maia que todos lemos quando crianças", diz ele.

Este relato é representado pelas croquetas de maíz dulce con quesillo, que são servidas ao vapor. No entanto, os pratos mudam de acordo com a estação: as ervas, especiarias e cogumelos são cultivados em vasos ou coletados em uma horta na cidade. Um dos itens essenciais é o tomate confeitado, o único prato permanente no local: um doce nixtamalizado, fermentado e em conserva que "lembra a infância", diz Diego.

Siete caldos

Vista interna de restaurante Siete Caldos en Guatemala

Specialty: Guatemalan cuisine

Há 25 anos atrás um grego abriu um restaurante guatemalteco: Demetrio Moliviatis viajou através de 22 departamentos do país para testar seu tempero, saber de seus ingredientes e se apaixonar pela comida. Ele é o pai da atual chef, Mirciny Moliviatis, que resume como pratos muito típicos da Guatemala são preparos por uma família grega: "Meu pai é mais guatemalteco que qualquer um, porque ele escolheu ser." Ela cresceu entre caçarolas e panelas, entre sopas borbulhantes e cheiros de especiarias. Para aperfeiçoar sua vocação, viajou para a Espanha e treinou com chefs estrela como Karlos Arguiñano e Juan Mari Arzak.

Em Siete Caldos se resgata a riqueza culinária do país. Seus ingredientes vêm de mercados, hortas e regiões, que oferecem pimentas, tomates, especiarias, feijões e outros produtos que se tornarão um kak'ik (sopa um pouco picante com peru) ou suban'ik (um tamal servido em folhas de mazán).

La Cocina de la Señora Pu

Fachada de restaurante Señora Pu en Guatemala

Especialidade: Cozinha guatemalteca

Como antropóloga e membro da comunidade indígena de Santa María de Chiquimula (um povoado a 164 quilômetros da Cidade da Guatemala), Rosa Pu Tzunux sentiu a necessidade de recuperar a tradicional comida maia. Não apenas do ponto de vista dos sabores, "mas também dos processos centenários, da própria essência do fazer", como ela diz. Assim, o cozimento, as conservas, o tempero e o serviço buscam imitar as tradições maias.

O restaurante é um ponto de encontro onde você pode comer em comunidade, com a comida à vista e ao calor do fogo. Os ingredientes são guatemaltecos e incluem milho, diferentes pimentas, especiarias e cacau, insumo especial para Rosa, dada sua importância histórica maia. Alguns dos pratos mais representativos do lugar são o assado maia, camarões ao gosto do rei Kiq'ab' e o pato ao tukan.

Platos típicos

Kak’ik

Significa ‘vermelho ou muito picante’: uma sopa preparada com pimenta, urucu, coentro e acompanhada com uma coxa de peru.

Guiso de pepián

Preparado com diferentes tipos de pimentas, alho, sementes de abóbora, gergelim e frango. Ambos os pratos são considerados patrimônio imaterial da Guatemala.

Uma cozinheira

Fotografía de una famosa cocinera en Guatemala

Mirciny Moliviatis

Conhecida como 'Misha', Mirciny é a chef do restaurante familiar Siete Caldos. Um lugar com 25 anos de experiência em pratos típicos guatemaltecos, como o kak'ik, o suban'ik e as caçarolas de camarão. Formada por cozinheiros de renome internacional, como Karlos Arguiñano e Juan Mari Arzak, Mirciny viaja por seu país com seu programa Desafío Culinario para explorar a tradição. Além disso, é uma autora premiada: seu livro Vivir la receta foi premiado em 2016 como o segundo melhor livro de receitas no Gourmand Awards na China.

Uma receita

Rellenitos

Fotografía de plato típico en Guatemala, rellenitos

Esta sobremesa contém dois dos ingredientes mais básicos da culinária guatemalteca: el plátano y los frijoles. (a banana e os feijões)

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Dados relevantes

Aeroporto

Aeroporto Internacional La Aurora

Língua

Espanhol

Moeda

Quetzal

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19,4ºC

Ônibus (Tansmetro)

Horário: das 4h30 às 22h. *O sistema tem 6 linhas. Quando chegar a Guatemala verifique os horários porque podem variar conforme o dia e a linha. Preço: $1,00 (US$ 0,13) por passagem.

Hotel

Hotel de 3 estrelas: $563,45 (US$ 73,27) por pessoa. Hotel de 5 estrelas: $733,72 (US$ 95,41) por pessoa.