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Plaza de armas de Lima

Nas margens do Pacífico, Lima sim sabe dar as boas vindas. Fez isso com imigrantes japoneses e chineses desde o século XIX e com suas tradições orientais que foram combinadas com sua herança espanhola e o acervo inca. Essa é uma cidade mestiça que seduz visitantes de várias origens.

Plaza de armas de Lima

Somente em 2017, Lima teve 2.860.000 turistas e é o quinto destino mais visitado da América Latina, além de ser a oitava cidade da região com o maior crescimento turístico por ano (segundo o Índice de Cidades Destino Global 2018).

Plaza de armas de Lima

Fundada em 18 de janeiro de 1535, é uma das capitais mais antigas do continente. A era colonial é evidente em seu centro histórico, declarado em 1991, Patrimônio da Humanidade pela Unesco, e que preserva edifícios centenários como a ponte de pedra do rio Rimac (1610), a Alameda de los Descalzos (1611), o Palácio a Torre de Tagle (1735) e a Casa de Osambela (1807).

Plaza de armas de Lima

Nos bairros modernos são avistadas construções pré-colombianas conhecidas como huacas: 431 locais sagrados para as civilizações lima, ychsma, wari e inca e que foram declarados patrimônio cultural da nação.

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Circuito gastronômico

Por sete anos consecutivos, o Peru recebeu o prêmio de Melhor Destino Culinário do Mundo dos World Travel Awards, popularmente conhecidos como 'Óscares do Turismo'. Estilos únicos de gastronomia convergem na cidade.

Restaurante Toshi 

Malecón de Miraflores

Especialidade: comida nikkei.

A fusão das tradições culinárias japonesas com os sabores e ingredientes peruanos deu lugar à comida nikkei (que pode ser traduzida como "migrante").

Alguns dos pratos mais representativos do lugar são: o salmão barriga com molho de alho e manteiga ao limão e o sashimi moriawase (prato com vários cortes de peixes e camarões, como o atum, salmão, carapau e lagostim).

Restaurante ámaZ 

Especialidade: comida amazônica.

 Pedro Miguel Schiaffino, o chef do lugar, conhece muito bem a cidade amazônica de Iquitos. A exuberância de seus rios (onde descobriu os paiches e os caracóis ribeirinhos) e a diversidade de frutas e hortaliças nativas motivaram-no em 2012 a criar o restaurante ámaZ.

O conceito do lugar é pesquisar e divulgar os sabores da Amazônia, além de impulsionar os conhecimentos culinários das comunidades indígenas que habitam ali. Em seu cardápio destacam o pacomoto de camarão (ceviche de caudas de camarões, cozidos em bambu na brasa com cocona e tomate) e os churos pishpirones (caracóis ribeirinhos cozidos com açafrão, linguiça picante e tapioca).

Restaurante La Picantería

Malecón de Miraflores

Especialidade: comida tradicional peruana

O lema do lugar é ‘Para que te piques y te rías’ Esta frase resume seu espírito: pratos de carne, peixe e camarão banhados em molhos picantes, à base de pimenta, que são servidos por quilos e são feitos para compartilhar. Portanto, as mesas do restaurante são longas, inspiradas nas mesas das famílias peruanas.

Restaurante La Mar 

Malecón de Miraflores

Especialidade: cozinha do mar

É famosa por seu ceviche (o prato insígnia do Peru) e entre suas preparações mais emblemáticas está o ceviche marcona (feito com ouriços do mar), o arroz arequipa (misturado com camarão e um molho de coral de camarão) e o cachete de corvina (peixe na brasa com chimichurri e servido com alcaparras e alho crocante).

Restaurante Titi

Especialidade: comida chifa.

A comida chifa é o encontro entre os ingredientes peruanos e a culinária dos imigrantes chineses.

Titi surge desse intercâmbio cultural e, setenta anos depois, continua sendo uma empresa familiar com três gerações de cozinheiros que herdaram pratos como o hacao (massa de fécula de trigo recheado com lagostins), e kaylan con carne (brócolis chinês acompanhado de carne ao wok em molho de ostra) e o pato sillao (pato assado com pele crocante em molho de soja).

Rota das  Huacas

Antes da chegada dos espanhóis, o território de Lima era dominado por diversas civilizações pré-colombianas que governavam o valle de Rímac, sendo a Inca a mais importante de todas.

Estas cidades construíam lugares sagrados, chamados huacas, nos quais faziam oferendas e sacrifícios para ganhar o favor dos deuses. Hoje em Lima, 431 monumentos deste tipo são conservados. Aqui nós mostramos cinco deles.

Huaca Huallamarca 

Em 1941 e em 1950 sua demolição foi ordenada para dar lugar a projetos urbanos, mas o plano nunca foi realizado e, em vez disso, em 1960, o sítio arqueológico foi restaurado. Este templo, do ano 200 a. C., foi ocupado pelas culturas lima, huaura, sicán, chincha e ychsma.

Huaca Santa Cruz

Duas múmias, com séculos de diferença, marcam a história deste lugar. A primeira data de cerca de 400 anos atrás. A segunda é do final do século XIX e pertence a um trabalhador chinês das plantações que foi enterrado neste lugar. A era de esplendor desta huaca está entre os anos 1000 e 1470.

Huaca Pucllana

Três civilizações pré-incas ocuparam esse complexo cerimonial entre os anos de 200 e 1570: a primeira foi a civilização de Lima, que construiu a pirâmide de 25 metros de altura; os segundos foram os wari, que o usaram como cemitério sagrado; e finalmente os ychsma, que ofereciam panelas de barro com feijão, milho e algodão. Esta é a huaca mais visitada de Lima e tem um museu e um restaurante.

Huaca Pachacámac

The temple was built in honor of the pre-Inca deity whose name in the Quechua language means 'Creator' or 'Soul of the Earth'. The architectural complex includes the old temple (the oldest structure dating from the 3rd century), the temples of the moon and the sun (the first vestiges were found in 1897), the Tauri Chumpi palace, the pilgrims' square and the painted temple.

De bicicleta por San Isidro

O centro financeiro da cidade (algumas das maiores empresas têm sua sede aqui) conta também com teatros, centros culturais, museus, parques e bibliotecas. Uma maneira de explorar suas atrações é através do sistema de bicicletas públicas, que tem 50 estações.

Centro Cultural PUCP 

 Aberto há 25 anos, este local tem uma livraria, cinema e salas de exposições. Aqui foram expostos trabalhos de Fernando Botero, Pablo Picasso, Andy Warhol e Joan Miró.

Bosque El Olivar

Nos 23 hectares desta floresta existem 1674 oliveiras e, aproximadamente, 200 espécimes de outras espécies de árvores. Aqui são vistas aves como turtupilines, violinistas, pintassilgos e patos. Nas proximidades da floresta são o Teatro da Câmara, a Biblioteca Municipal e a Biblioteca Infantil.

Museo Marina Núñez del Prado

Esta foi a residência da escultora boliviana Marina Núñez del Prado, considerada uma das artistas mais importantes de seu país. La casa (de estilo neocolonial construída em 1926) abriga suas obras em alabastro, ônix e granito, além de 137 peças de arte popular, entre as quais se destacam o artesanato do ceramista peruano Mamerto Sánchez.

Casa Hacienda Moreyra 

Foi construída no final do século XVII como a residência de Isidoro de Cortázar e Abarca, o primeiro conde de San Isidro e um dos promotores da independência peruana. Em 1972, a fazenda foi declarada monumento histórico e atualmente abriga o restaurante Astrid y Gastón, o oitavo melhor restaurante da América Latina.

Iglesia Virgen del Pilar

Seu altar é decorado com um retábulo barroco do século XVIII, feito de madeira entalhada, que mede 15 metros de altura por 9,5 de largura. Este templo foi originalmente construído em 1937 pelos Missionários Passionistas, e completamente reformado em 1948 com um estilo neocolonial.

Lima colonial em cinco templos

A capital peruana tem uma profunda tradição religiosa e nela estão alguns dos mais antigos templos da América Latina.

Basílica Catedral de Lima y Primada del Perú

Conhecida como a Catedral de Lima, fica na Plaza de Armas. Foi construída por ordens do fundador da capital, Francisco Pizarro, cujos restos mortais repousam na igreja.

A catedral fica nas ruínas do santuário inca do Puma Inti e um palácio real de Cuzco. Desde 1991 é considerado Patrimônio Cultural da Humanidade, como parte do Centro Histórico de Lima.

Iglesia de San Francisco

Localizada a poucos quarteirões da Plaza de Armas, é uma relíquia da arquitetura colonial. É um complexo religioso formado pela Basílica e pelo Convento de San Francisco de Asís e as capillas del Milagro y la Soledad, também construído em 1535, pouco depois da fundação da cidade.

No seu interior estão as catacumbas que foram consideradas o cemitério mais importante de Lima durante o Vice-reinado. Hoje há passeios temáticos por essas passagens.

Iglesia de la Merced

Originalmente construído em madeira, recebeu a primeira missa oficial de Lima em 1534, um ano antes da fundação da cidade.

Sua fachada esculpida em pedra é um grande exemplo do barroco 'churrigueresco' de Lima: uma variação deste estilo artístico que é muito mais sobrecarregada, incluindo de frutas, animais e rostos nos acabamentos.

Convento de Santo Domingo

Assim como a maioria dos templos da cidade, foi muito afetado pelo terremoto de 1678. No entanto, conserva seu campanário original.

Esta igreja foi construída em 1578 e possui as varandas para coro mais antigas de Lima, assim como a estátua da Virgem do Rosário. Lá, San Martín de Porres, o primeiro santo mulato da América, teve sua cela e hoje guarda os restos mortais de Santa Rosa de Lima, padroeira e protetora da cidade.

Iglesia y el convento de San Pedro

Construído pelos jesuítas no século XVII. Seu interior representa o poder de aquisitivo a influência social que essa comunidade teve em Lima.

Com uma fachada relativamente austera - tendo em conta a riqueza do interior - guarda uma importante coleção de arte colonial. Além disso, chama a atenção que seus arcos e altares estejam cobertos de folhas de ouro puro.

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Restaurantes

Central

Especialidade: cozinha peruana de fusão.

Central oferece aos seus hóspedes uma viagem pelas regiões costeiras, amazônicas e andinas do Peru, de mãos dadas com Virgilio Martínez, seu chef principal.

Alguns dos pratos mais emblemáticos do Central são: a raiz púrpura com mashua (batata amarga), com pato e folhas de chijchipa, as águas da Amazônia com piranha, arazá e mandioca e a cordilheira verde com cacau, chaco e coca.

Em nove anos, Central se posicionou como o segundo melhor restaurante da América Latina, de acordo com a lista dos Latin America’s 50 Best Restaurants 2018, e o sexto melhor do mundo na recente seleção dos The World’s Best Restaurants.

Maido

Especialidade: comida nikkei.

O chef de Lima Mitsuharu Tsumura estudou artes culinárias na Johnson & Wales University (Rhode Island, Estados Unidos), mas encontrou em Osaka, a terra de seus ancestrais, a chave para os sabores Nippon.

Esta bagagem o inspirou a abrir em 2009 o Maido, um restaurante de comida nikkei. Esta proposta fez do Maido o melhor restaurante da América Latina (segundo o ranking dos Latin America’s 50 Best Restaurants), nos últimos dois anos.

O prato estrela de Maido (que é uma palavra japonesa para dar as boas vindas) é o asado de tira, que se preparada durante 50 horas. Há também a salada de atum, quinoa e molho de coentro, e o ceviche de lapas com pó gelado de pimenta amarela, milho e abacate.

Astrid y Gastón

Especialidade: cozinha peruana de fusão.

Astrid Gutsche e Gastón Acurio estudaram na famosa escola Le Cordon Bleu em Paris. Ao retornar a Lima abriram um restaurante que se inspira nas receitas mais tradicionais peruanas e as desconstrói, mistura e transforma com influências globais.

O cardápio é influenciado pelas estações agrícolas e o menu muda constantemente. Assim, por exemplo, seu cardápio primavera 2018 (inspirado na diversidade cultural e étnica do Peru) apresenta conchas de paracas com nhoque de lúcuma, com molho amazônico, a pesca do dia com ervilhas e o leitão confitado.

O restaurante (considerado o oitavo melhor da América Latina e o 39º do mundo) funciona em uma casa construída há três séculos, declarada pelo governo peruano como monumento nacional.

 Pratos típicos

Causa limeña

Entrada fria à base de purê de batatas amarelas com maionese e pimenta amarela, uma camada de abacate e, geralmente, uma camada de frango desfiado ou atum.

Ají de gallina

Prato crioulo típico peruano preparado com frango desfiado, pimenta amarela, azeitonas pretas, ovo cozido e batata branca.

Lomo saltado

Prato de lombo de vitela salteado com cebola roxa em corte julienne, pimentão vermelha e molho de soja.

 Um cozinheiro

Gastón Acurio

O nome de Gaston representa a cozinha peruana, ele é o mais importante expoente da cozinha tradicional do seu país. Acurio tem dedicado seu trabalho a recuperar pratos, produtos e tradições, como resultado tem convertido o Peru num destino gastronômico do mundo inteiro. Quando você come umas das criações dele pode-se provar a paixão e o artesanato, pode sentir a história por trás do cada sabor. A aposta culinária do chef Acurio pode ser experimentada em restaurantes como Astrid y Gastón, La Mar, Panchita o Madam Tusam.

Uma receita

Ceviche peruano

Poderia ser considerado o prato nacional. Ao contrário de outros tipos de ceviche, é preparado com pedaços de peixe branco, cebola roxa, suco de limão e pimenta amarela.

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Dados relevantes

Aeroporto

Aeroporto Internacional Jorge Chávez, a 12,6 quilômetros do centro da cidade.

Língua

Espanhol.

Moeda

Novo sol (PEN).

Temperatura média

21° C (69,8 °F)

Transporte

Ônibus (El Metropolitano): variam dependendo da rota e do dia; consulte-os quando chegar a Lima. Preço: $2,50 (US$ 0,74) por passagem. Metrô: variam dependendo da rota e do dia; consulte-os quando chegar a Lima. Preço: $1,50 (US$ 0,45) por passagem. Taxis: tarifa mínima: $8 (US$ 2,38).

Hotel

Hotel de 3 estrelas: $193,66 (US$ 57,7) por pessoa. Hotel de 5 estrelas: $406,57 (US$ 121,13) por pessoa.