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Avianca consolida sua estratégia de inclusão: atendeu mais de 980.000 demandas de acessibilidade em 2025

  • Durante o último ano, a companhia aérea implementou 22 iniciativas de acessibilidade, priorizando a autonomia, a segurança e a experiência do cliente.
  • Mais de 7.400 colaboradores foram capacitados em atendimento à neurodiversidade, deficiências intelectuais e condições não visíveis.
  • 36% das ações executadas nasceram do Comitê Externo de Acessibilidade, um espaço de cocriação com organizações especializadas e pessoas com deficiência.

São Paulo, 21 de maio de 2026. No contexto do Dia Mundial de Conscientização sobre Acessibilidade (GAAD, Global Accessibility Awareness Day), a Avianca, parte do Grupo Abra, reafirma seu compromisso com a construção de uma experiência de viagem mais acessível, inclusiva e empática. Com mais de um século de história, a companhia aérea continua avançando na eliminação progressiva de barreiras para garantir que voar seja uma possibilidade real e confortável para todos.

A estratégia de acessibilidade da companhia é construída de forma transversal junto a parceiros estratégicos, priorizando a segurança, o cumprimento regulatório e a implementação de adaptações razoáveis. Essa abordagem é fundamentada em princípios-chave como progresso contínuo, desenho universal, eficiência de custos e cooperação acima da competição.

Um impacto real em números

Durante 2025, foram recebidas mais de 980.000 solicitações de serviços de acessibilidade e assistência ao longo da experiência de viagem com a Avianca. Destas, mais de 830.000 exigiram acompanhamento por motivos de mobilidade, enquanto as demais solicitações estiveram relacionadas à assistência para deficiência visual, auditiva, intelectual, neurodivergência ou suporte para cães de serviço.

"Na Avianca, entendemos a acessibilidade como um compromisso transversal e em constante evolução. Por isso, trabalhamos para fortalecer nossas capacidades internas por meio da conscientização, treinamento de nossas equipes, ajustes de processos e avanços em soluções tecnológicas e de infraestrutura. O objetivo é permitir que mais pessoas possam viajar com maior autonomia, confiança e respeito", afirmou Michael Swiatek, Chief Accessibility Officer da Abra.

22 iniciativas para transformar a experiência de viagem

No último ano, a companhia aérea implementou 22 iniciativas voltadas ao fortalecimento da acessibilidade em cinco frentes-chave: geração de conscientização, formação interna, ajustes de processos, tecnologia e infraestrutura. Mais da metade desses projetos impactou diretamente a experiência do passageiro por meio de soluções de alto impacto e custo-benefício.

No pilar de formação e empatia interna, destacaram-se os seguintes marcos:

  • Inclusão de deficiências não visíveis: mais de 3.200 agentes de aeroporto e tripulantes de cabine foram capacitados pelo programa Hidden Disabilities Sunflower.
  • Sensibilização voluntária: mais de 4.200 colaboradores participaram voluntariamente de treinamentos virtuais sobre neurodiversidade e deficiências intelectuais.
  • Conformidade e padrões internacionais: 48 Complaint Resolution Officials (CROs) receberam treinamento em regulamentação dos Estados Unidos e atendimento especializado.
  • Mobilidade segura: parceria com a Open Doors Organization ara treinamentos presenciais sobre manuseio técnico e respeitoso de cadeiras de rodas e dispositivos de assistência.
  • Comunicação sem barreiras: plano piloto de formação em Língua de Sinais Colombiana (LSC), em parceria com a FENASCOL, certificando seus primeiros 23 colaboradores.

Cocriação para o futuro

Como parte de sua política de melhoria contínua, a Avianca mantém há quatro anos um Comitê Externo de Acessibilidade, integrado por pessoas com deficiência, organizações especializadas e líderes da companhia aérea. O valor desse espaço se reflete no fato de que 36% das iniciativas concluídas em 2025 surgiram diretamente desse diálogo social.

Para a Avianca, a acessibilidade não é uma meta final, mas um processo dinâmico. A companhia continuará desenvolvendo soluções inclusivas em seu DNA operacional, demonstrando que a aviação do futuro deve ser, antes de tudo, um espaço onde todos possam voar sob as mesmas condições de dignidade e conforto.